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Orientações sobre práticas penitenciais Para Quaresma de São Miguel Arcanjo

 

Orientações sobre práticas penitenciais

O Código de Direito Canônico estabelece o jejum todas as sextas-feiras do ano e o tempo da Quaresma.

Esses dias alguém me perguntou sobre se devia manter ou não a penitência quaresmal durante os Domingos da Quaresma. A pergunta revela um sadio interesse sobre os tempos litúrgicos da Igreja e oferece ensejo para esclarecer alguns termos que costumam aparecer juntos e, por isso, provocam às vezes confusões.

Em um apêndice (o X) ao Código de Direito Canônico disponível no site da Santa Sé encontram-se as «Normas de observância penitencial para as dioceses portuguesas». Vale a pena conhecê-las, mesmo em se tratando de um documento de uma Igreja Local, uma vez que as definições e as práticas lá mencionadas são tradicionais em toda a Igreja.

O jejum é «a forma de penitência que consiste na privação de alimentos» (Normas, 3.). A abstinência, a «escolha de uma alimentação simples e pobre» (Normas, 4.), definição que permite compreendê-la melhor do que falar simplesmente em «abstenção de carne». Todo católico está obrigado a deixar de comer carne nas sextas (no Brasil há indulto da Conferência que permite trocar essa abstenção por outra forma de penitência à escolha do fiel, mas isso é outra história); mas simplesmente trocar a carne por um farto rodízio de Sushi talvez não o permita vivenciar com igual fruto o significado da abstinência das sextas-feiras. Isso vale uma reflexão.

Jejuar é privar-se de alimentos. Certo, mas de que maneira? Nesses tempos penitenciais costumam aparecer explicações bem didáticas sobre como se pode jejuar. Não sei de onde saem os diferentes tipos de jejum, e imagino que isso seja de piedade pessoal ou costume local. Sei que o jejum (digamos) “canônico” é o que consiste em fazer somente uma refeição completa no dia, reduzindo-se as demais. Salvo melhor juízo, costumes locais (digamos, jejum absoluto até a hora do almoço e alimentação comedida a partir de então) cumprem o preceito da Quarta-Feira de Cinzas e da Sexta-Feira da Paixão (os dois dias do ano em que os católicos estão obrigados a jejuar).

Penitência é gênero do qual jejum e abstinência são espécies. É qualquer ato humano orientado à conversão; ou, como a conceituou João Paulo II,

penitência significa, no vocabulário cristão teológico e espiritual, a ascese, isto é, o esforço concreto e quotidiano do homem, amparado pela graça de Deus, por perder a própria vida, por Cristo, como único modo de a ganhar: esforço por se despojar do homem velho e revestir-se do novo; por superar em si mesmo o que é carnal, para que prevaleça o que é espiritual; e esforço por se elevar continuamente das coisas de cá de baixo para as lá do alto, onde está Cristo (Reconciliatio et Paenitentia, 4).

Em resumo, fazer penitência é mortificar-se, e mortificação é qualquer exercício que tenha por objetivo domar a vontade. Assim são penitenciais o jejum e a abstinência (sacrificando o prazer da alimentação), a esmola (enfraquecendo o nosso apego aos bens materiais em prol das necessidades dos outros), a própria oração etc. E é também penitência, em suma, qualquer sacrifício de prazer legítimo que se faça durante a Quaresma: «por exemplo, privar-se de fumar, de algum espectáculo, etc» (Normas, 9.).

Todos os cristãos estão sempre obrigados à penitência no sentido latu (cf. CIC 1249), e devem fazê-la a vida inteira. Certos tempos têm um caráter penitencial mais acentuado (como a Quaresma) e, portanto, devem neles os fiéis empregarem maior diligência em se penitenciar. À abstinência estão obrigados os fiéis maiores de 14 anos em todas as sextas-feiras do ano que não coincidam com solenidades (cf. CIC 1252) e, ao jejum, os cristãos entre 18 e 60 anos (cf. id. ibid.) na Quarta de Cinzas e na Sexta da Paixão.

Não se faz jejum aos Domingos, nem mesmo nos da Quaresma. Mas faz-se penitência na Quaresma, inclusive aos Domingos. Este é o espírito. Como o viver concretamente é matéria de piedade particular, a ser decidida pelo fiel em conjunto com seu confessor ou diretor espiritual. O que é realmente importante é distinguir os tempos: é viver a penitência do tempo comum de modo mais brando do que a penitência quaresmal, e a alegria de um Domingo da Quaresma de uma forma mais contida do que em outro Domingo mais festivo. Esta é a vida cristã, cuja essência não desconhece nem a dor do pecado nem a alegria do perdão: é por meio daquela que chegamos a esta. Aqui não há verdadeira oposição entre penitência e alegria. Entendê-lo é fundamental para viver com fruto este e todos os tempos litúrgicos.
Fonte:www.deuslovult.org/2014/03/14/orientacoes-sobre-praticas-penitenciais

O jejum

São chamadas ao jejum as pessoas que possuem entre dezoito e cinquenta e nove anos completos. Os demais podem fazer, mas sem obrigação. Grávidas e doentes estão dispensados do jejum, bem como aqueles que desenvolvem árduo trabalho braçal ou intelectual no dia. Essa orientação vale para a quarta-feira de cinzas e para as demais sextas-feiras da Quaresma.

Água e remédios são permitidos em qualquer tipo de jejum, dentro e fora do tempo da quaresma.

Nota: para não se fugir à orientação da Igreja, este jejum pode ser tornado mais rigoroso, mas não atenuado. Pode-se, caso sirva para vivê-lo melhor,  fazer outros tipos de jejum conhecidos, tais quais:

– pão e água:  também conhecido como jejum bíblico, fazê-lo à base de pão e água durante o dia.
– à  base de líquidos:  tais quais chás, vitaminas, laticínios, menos caldos.
– abster-se de alguma das refeições: escolhe-se uma das refeições para não ser feita e comer moderadamente nas duas outras, não se abstendo de água.
–  jejum completo: neste só é permitido água durante o dia.

E para ser o jejum que é prescrito, necessariamente referir-se-á à alimentação. As demais mortificações, ou penitências, podem ser bem vindas, porém não são jejum.

A abstinência

  • Deixar de comer carnes de animais de sangue quente – bovina (gado), ovina (carneiro), aviária (frango, galeto, galinha…), bubalina etc – , bem como seus caldos de carnes.
  • Permite-se o uso de ovos, laticínios e gordura. Nos dias prescritos, o jejum feito, ou que se esteja fazendo, não desobriga a abstinência durante todo o dia.
  • Estão obrigados à abstinência os que tiverem completado quatorze anos, e tal obrigação se prolonga por toda a vida. Grávidas que necessitem de maior nutrição e doentes que, por conselho médico, precisam comer carne, estão dispensados da abstinência, bem como os pobres que recebem carne por esmola.

Abstinência parcial: carne permitida só na refeição principal/completa.

Quando fazer Jejum?

Quarta-feira de Cinzas e Sexta-feira Santa da Paixão do Senhor: são os dois dias do ano em que a Igreja define jejum e abstinência obrigatórios.

Demais dias da Quaresma, exceto os domingos: jejum e abstinência parcial recomendados.

Sextas-feiras da Quaresma (que estão entre os dias assinalados pelo calendário antigo como Sextas-feiras das Têmporas): jejum e abstinência recomendados.

Demais sextas-feiras do ano, exceto se forem Solenidades: abstinência obrigatória, mas não é obrigatório o jejum.
Fonte: https://comshalom.org/normas-basicas-para-o-jejum-da-quaresma/

O Código de Direito Canônico estabelece o jejum todas as sextas-feiras do ano e o tempo da Quaresma.

As Cinco Pedrinhas. Medjugorje, Nossa Senhora nos tem falado assim: “Caros ... Dou-vos a ARMA CONTRA O GOLIAS – eis as vossas CINCO PEDRINHAS:

As Cinco Pedrinhas.  Medjugorje 

  • Quando Jesus disse que há mais alegria no céu por um só pecador que se converte que por 99 justos que não necessitam de conversão, está nos convidando a mudar de vida e a viver na fidelidade da sua misericórdia. A Virgem Maria durante toda a aparição nos recorda a mensagem do evangelho: “convertam-se!”
Um dia, em Medjiugorie, a virgem nos pediu de viver a seguinte mensagem: “Filhos queridos, vos convido a conversão individual. Este tempo é para vocês, porque o meu Filho dileto sem a vossa cooperação não pode realizar o que deseja. Filhos queridos orem a fim de que possam crescer espiritualmente e ficarem mais próximo de Deus. Entrego para vocês as 5 pedrinhas, que representam as armas contra o vosso gigante Golias com as quais poderão vencer qualquer batalha”.
A primeira pedra é a Eucaristia. A Eucaristia é o mesmo Jesus de Nazareth vivo, verdadeiro e ressuscitado. Não é uma presença simbólica de Jesus mas a sua presença real. Nós não o vemos, porem acreditamos que Ele é verdadeiramente presente na força da sua palavra. Jesus mesmo, em verdade, nos diz: “tomai e comei, isto é o meu corpo” e depois pegando um cálice de vinho, nos fala: “Tomai e Bebei isto é o Meu Sangue. Sangue da nova e eterna aliança que será derramado para cada um de vós”. A Igreja sendo consciente que se trata de um grande mistério obriga o celebrante, depois da consagração, a proclamar: “isto é o mistério da nossa fé”.
Com o poder da Eucaristia podemos nos defender dos ataques do inimigo com muita facilidade. A Eucaristia é o sacramento da nossa salvação. Jesus nos convida: “fazei isto em minha memória” e é pela força destas palavras que podemos celebrar a Eucaristia. Também santo Agostinho conhecia a potência desta “primeira pedra”, tanto é verdade que ele afirmava: “Deus é tão grande que podia criar mil mundos mais bonitos que este atual, mas embora a sua Onipotência, não podia fazer nada de mais perfeito e grande do que a Eucaristia”. A Eucaristia, irmãos, é o mesmo Jesus de Nazareth!
Que dor sinto no coração quando, durante a celebração da missa, muitos católicos batizados e crismados não recebem a Santa Eucaristia porque não vivem segundo os mandamentos de Deus. Muitas vezes deixam passar anos sem receber o Corpo de Cristo. Este é um sinal evidente da falha na evangelização. Eles vivem na ignorância. Outros não compreendendo a importância do Sacramento do Matrimônio, vivem como pagãos. Pedimos a Jesus que nos ilumine e nos ajude a viver segundo o seu Evangelho.
Ele nos disse: “Se deseja entrar no reino dos céus observa os meus mandamentos”.
Todos nos desejamos entrar no céu, não é verdade? Agora, o que devemos fazer para entrar? É simples. Jesus te dá a resposta: “observa os meus mandamentos.” Os mandamentos de Deus são dez, mas alguns estão dispostos a observar somente cinco ou seis, sendo que os restantes não são do seu agrado. Quem observa cinco ou seis mandamentos não poderá entrar no reino dos céus. No livro do apocalipse, em verdade, encontramos escrito que os adúlteros não entrarão no reino dos céus, mas parece que alguém nunca tenha lido isto. Deseja entrar no paraíso, porém não renuncia a viver no adultério. Prefere não comprometer-se com Jesus, vivendo uma vida santa através de um matrimônio cristão e abençoado por Deus. A Virgem, durante uma aparição em Fátima, disse: “se aqueles homens soubessem como é a eternidade mudariam de vida”. O mundo está se destruindo porque são poucos aqueles que refletem. Querem viver como eles, de forma mais cômoda, esperando pois de poder entrar no mesmo reino dos céus. Estes porem esquecem que Jesus nos recomenda a observar os seus mandamentos para poder entrar no paraíso.
A Santíssima Eucaristia é o Sacramento do Amor de Jesus através do qual Ele se doa a nós como Pão Vivo descido do céu. Na noite da Páscoa, Jesus nos doou o seu corpo para fortificar-nos. Não é por acaso que a Virgem Santíssima nos indica a Eucaristia como “primeira pedra”, para defender-nos do nosso gigante Golias, que é satanás.
Como “Segunda pedra”, a Virgem nos sugere a Confissão que é o Sacramento da reconciliação. O Sacramento da reconciliação não é um castigo mas o presente de páscoa de Jesus ressuscitado. Depois da ressurreição, Jesus, apareceu aos seus apóstolos, soprou sobre eles e disse: “recebei o Espírito Santo. Aqueles a quem perdoardes os pecados, ser-lhe-ão perdoados; àqueles a quem os retiverdes, ser-lhes-ão retidos”. Quando é que um sacerdote não pode perdoar um pecado? Quando a pessoa não é sinceramente arrependida. Jesus nos evangelhos nos diz: “existe um só pecado que não será perdoado, nem neste mundo nem no outro mundo que é o pecado contra o Espírito Santo”. Qual é o pecado contra o espírito Santo? O pecado contra o Espírito Santo é a falta de arrependimento, porque no dia do nosso batismo Jesus fez de nós verdadeiramente filhos de Deus, templo vivo do Espírito Santo e herdeiros do céus. Desde o dia do nosso batismo o Espírito Santo fez morada em nós como em um templo. Quando cometemos um pecado, ele nos impulsiona ao arrependimento, nos ajuda, nos faz sentir um senso de culpa e um desejo de pedir perdão. Se a pessoa não deseja pedir perdão, não poderá ser perdoada, nem neste mundo nem no outro. Porém não é suficiente confessar o próprio pecado ao sacerdote. É necessário estar sinceramente arrependido para receber a absolvição. Por isso Jesus fala: “Aqueles a quem perdoardes os pecados, ser-lhe-ão perdoados; àqueles a quem os retiverdes, ser-lhes-ão retidos”.
Um dia um homem foi se confessar: “Padre, eu roubei nove garrafas de cerveja do meu vizinho”. O sacerdote sendo um pouco surdo pediu ao homem para repetir. Agora este homem aproveitando do momento, corrigiu sua confissão: ” padre, eu disse nove, mas sendo que estamos aqui coloque 12 porque ainda sobraram 3 que penso de ir roubar esta noite”. Este homem era sinceramente arrependido? Poderia ser perdoado? Certamente não. Para receber o perdão deveria estar arrependido. Existem católicos que tem medo deste sacramento. Deveríamos aproximar-nos com alegria, sem nenhum temor, porque através deste sacramento Jesus nos purifica e nos faz criaturas novas.
Um dia encontrei um homem que tinha muito medo deste sacramento. Eu chegava da cidade de Samaná. Estava sem batina, apenas com uma camisa normal. Estava atrasado e por isto passei o limite da velocidade consentida. De repente percebi a presença de um guarda que logo percebeu o meu erro e me parou: – “Por amor de Deus, percebeu que estava correndo, agora me pague a multa”. Aproximou-se de mim e deu uma volta em torno do automóvel com um jeito muito severo. Eu lhe disse: – “Boa tarde, deseja confessar-se?”. Ele me olhou surpreso e me perguntou: – “Você é um sacerdote ?” Respondi: – “Sim. Sou o pároco de Sanchez”. Ele me respondeu: – “não padre, tenho medo…” Estranho, mas quando lhe ofereci de confessar-se esqueceu da multa. Espantoso!
Este sacramento não é um castigo, mas uma benção que nos restitui a paz. Outra vez as pessoas confessam, mas tem o mal costume de dar voltas ao redor dos próprios pecados, com o desejo de diminuí-los e evitar que o sacerdote tome consciência daquilo que fizera. Recordo que uma vez, uma mulher veio para se confessar. Perguntei-lhe: – “Filhinha que quer que Jesus te perdoe?”. Respondeu-me: – “Padre, eu disse uma pequena mentira, porém era uma coisa insignificante”. Eu continuei: – “Deve me dizer outras coisas?” Ela repondeu: – “Sim, fiquei brava, porém não exageradamente”. Fez alguns minutos de silêncio e depois continuou: – “Ah, esqueci, com o meu namorado fizemos um menino, porém é pequeno, pequeno…”.
Diga-me irmãos, fazer um menino pequeno é menos pecado do que fazer um grande? Ela desejava diminuir o seu pecado de forma que parecesse lícito. Não temos motivo para diminuir o nossos pecados, mas devemos fazer deles um só pacote para entregá-lo a Jesus a fim de que os queime na fornalha ardente do seu coração. Não devemos esconder nada. Devemos tomar consciência que este sacramento é o Sacramento da Misericórdia de Jesus para restituir a paz a todos que a perderam por causa do pecado.
Alguns, infelizmente de mentalidade protestante dizem: “eu me confesso diretamente com Deus”. Claro, estou de acordo. Também eu quando me confesso, digo-me, confesso a Deus o Todo Poderoso e a ti padre…, porém Deus me ama tanto que delegou o seu ministro a fim de que nos diga, com amor, fazendo a vez de Cristo: “eu te absolvo dos teus pecados em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo”. O sacerdote não diz: “te absolvo em meu nome” mas “em nome de Deus”. Em meu nome, eu, sacerdote, não posso perdoar os pecados, porém o posso fazer em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Quanta paz sentimos ouvindo dizer que Deus nos perdoa. O sacerdote, no momento, é um Dom para todos. Se confessam o Papa, os bispos, os sacerdotes, as irmãs e todos os cristãos que receberam uma válida evangelização. Este sacramento é uma grande benção para um maior crescimento espiritual, para viver uma vida de maior pureza e de amor e para poder caminhar como filhos da luz. Por isto, a Virgem Maria nos propõe como “segunda pedra”, para defender-nos contra o gigante Golias, que se chama satanás o qual deseja a nossa perdição.
A “terceira pedra”, proposta pela Virgem, é a Palavra de Deus, a sagrada Bíblia . A Palavra de Deus é uma palavra de luz que te faz sair das trevas do pecado. É a palavra da verdade que nos liberta da mentira da qual satanás quer que nós vivamos. É palavra de vida. A palavra de Deus é o mesmo Jesus, que é o Verbo eterno do Pai e que nos orienta. São Paulo diz: “a fé vem da palavra de Deus e da pregação dela”. Lendo a Bíblia, alimentamos a nossa vida espiritual com a Palavra de Deus.
A “quarta pedra” é o recitar do Santo Rosário que é uma oração maravilhosa. Através da meditação dos 15 mistérios temos a oportunidade de percorrer toda a vida de Jesus e de contemplar o seu nascimento, a sua morte e a sua ressurreição. Meditando os mistérios gozosos revivemos a alegria do seu nascimento; os mistérios dolorosos, a estrada de quanto sofreu para a nossa salvação e os mistérios gloriosos, o seu triunfo sobre a morte e pecado, graças a qual foi aberta a porta do céu.
A “quinta pedra” é o jejum. O jejum é um sacrifício, uma penitência que ajuda a crescer na humildade e a fortificar a nossa vontade para resistir as ciladas do demônio. O jejum é muito importante. A Virgem pede, aos cristãos que podem fazer, de jejuarem a pão e água nas Sextas-feiras. O jejum pode ser feito em diversos modos. Isso implica uma privação. Podemos jejuar com os olhos, evitando de querer uma coisa que não podemos ter; com a boca, evitando de dizer palavras que ofendam os nossos irmãos. Enfim, se pode jejuar comendo menos que se deseja. O jejum nos purifica e nos fortifica.
Estas “cinco pedrinhas” nos deu Maria para nos ajudar a sermos mais fortes na nossa vida espiritual e a vencer definitivamente o demônio. Deste mesmo modo é que Davi venceu Golias, graças as 5 pedrinhas. Assim Ela nos ensina a vencer satanás, o Golias da nossa vida espiritual. Fonte: formacao.cancaonova.com/diversos/as-cinco-pedrinhas/
As Cinco Pedrinhas.  Medjugorje, Nossa Senhora nos tem falado assim: “Caros ... Dou-vos a ARMA CONTRA O GOLIAS – eis as vossas CINCO PEDRINHAS: