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Você sabia que a nossa árvore genealógica precisa passar por cura?

Peça ao Senhor a cura de todas as enfermidades e maldições da sua árvore genealógica

Amados irmãos e irmãs, quero refletir, neste artigo, sobre os caminhos para encontrarmos a cura de todas as maldições e doenças hereditárias que trazemos na nossa vida. A Palavra de Deus nos diz, no Antigo Testamento, que carregamos a maldição da primeira, segunda, terceira e até a quarta geração da nossa árvore genealógica. Se essas maldições não forem quebradas, carregaremos esses males por muitos e muitos anos, até que se tome um levante profético sobre aquele mal, para que a fonte dele seja destruída.

Como encontrar a cura desses males e doenças?

Encontramos muitas ações na Bíblia que nos explicam, mas quero, de uma maneira simples, traçar alguns pontos que nos levam a encontrar a cura de todas as doenças hereditárias.

Peça o perdão

O primeiro passo é perdoarmos as pessoas da nossa árvore genealógica, fazer com que elas também tenham direito à misericórdia, a fim de que também possam estar no paraíso. Devemos perdoar aqueles que praticaram o mal e dizer todos os dias: “Eu perdoo e abençoo todos aqueles que, de alguma forma, prejudicaram ou talvez tenham lançado alguma maldição contra minha linhagem familiar”.
Peçamos ao Senhor essa graça e renunciemos a todo rancor, mágoa, ressentimento e ódio que estejam instalados na sua árvore genealógica, tornando-se uma fonte de doença. Devemos perdoar todos os nossos ancestrais, mas precisamos fazer isso de coração e com a alma.
Após vivermos esse sentimento de perdão, já começamos a ver os sinais da cura dessas doenças hereditárias.

Consagre-se a Deus

Nós precisamos dar um segundo passo, que é o desagravo a Santíssima Trindade. Geralmente, em um pacto ou consagração feita a demônios, são repetidas três vezes palavras para ofender o Pai, o Filho e o Espírito Santo. Devemos renunciar a todo mal presente em nossa vida e na nossa árvore genealógica, assumindo a nossa posição de batizado.
Elevemos nossa mão direita e, em nome de Jesus, ordenemos que sejam quebradas todas as maldições de doenças, destruições de morte e falência, amarração, divisão ou de qualquer outro mal que estejam presentes na sua vida e família. Peçamos ao Senhor para quebrar essas maldições feitas, em nome de demônios, para prejudicar o meu relacionamento com Deus Pai, Filho e Espírito Santo, por isso precisamos estar próximos de Jesus para receber a cura.
Não nos esqueçamos de agradecer a Jesus pela Sua paz e pelo Seu amor, pois, nesse ato de fé, reparamos toda a ação do mal que causa essas doenças hereditárias, portanto, aprendamos a manifestar nosso amor a Deus Pai, porque nós somos filhos d’Ele. Jesus Cristo é o nosso Senhor, e o Espírito Santo é a nossa luz.

Oração de cura

Precisamos pedir, em nome de Jesus, a cura de todas as enfermidades. Façamos uma oração simples, pedindo a Jesus que nos conceda essa cura pelos nossos antepassados que não acreditavam em Deus e pela falta de conversão destes, pela falta de vontade de viver a verdade da fé, a dureza do coração, os padrões errados de comportamento e toda moralidade deturpada, quebrando todos males presentes na nossa vida.
“Senhor, eu peço a cura da minha vida, família e árvore genealógica. Cura, bondoso Senhor, todas as doenças do corpo, os problemas hormonais, digestivos, os problemas no sangue, nas células e todas espécie de câncer, toda central de distribuição de células cancerígenas herdadas pelos antepassados, minha genética e corrente sanguínea. Que todo mal físico seja destruído. A diabetes, o cérebro, a corrente sanguínea, os problemas dos ossos e cardíacos. Senhor, cure todo mal psicológico, afetivo, emocional, mental e esquizofrenia que possa estar na minha família, na minha árvore genealógica e os que vieram de maldições.”

Seja batizado no Espírito Santo

O caminho é pedirmos o batismo no Espírito Santo, porque sem ele ficamos expostos ao mal. O demônio nos ataca para ferir o coração de Deus, portanto precisamos pedir o batismo no Espírito Santo. Façamos a experiência de dizer todos os dias: “Bom dia, Espírito Santo! O que vamos fazer juntos hoje?
O batismo no Espírito Santo significa renascimento, ou seja, não mais da carne, mas agora do Espírito de Deus. Peçamos para o Senhor vir, porque, em Sua presença, ninguém poderá desfazer essa consagração. Não podemos buscar a cura somente para nós, mas também para aqueles que amamos e que estão mais próximos de nós. Quem são essas pessoas? É a nossa família. Então, temos de pedir essa graça e consagrar a nossa vida e família todos os dias ao Senhor e dizer: “Eu e toda minha casa queremos servir ao Senhor, nosso único Deus”.

Agradeçamos ao Senhor

Para que haja a cura interior, precisamos que haja um louvor ao Senhor. Quando nós blasfemamos, murmuramos e ficamos proclamando palavras negativas, estamos louvando o inferno e a ação do mal na nossa vida. Retiremos as palavras negativas da nossa vida, porque esse caminho é tão importante quanto aos outros, para que haja a cura. É no louvor a Deus que Ele habita, age, cura e liberta. Portanto, se nós não proclamarmos este louvor, nós não obteremos a cura.
Fonte: formacao.cancaonova.com/
Formação Leoninas \ Clevinho Maia 

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Os santos podem interceder por nós ou encontram-se dormindo esperando o dia do Juízo?

Os santos podem interceder por nós ou encontram-se dormindo esperando o dia do Juízo?


DESDE O INÍCIO, a Igreja sempre ensinou que aqueles que morreram na Amizade do Senhor intercedem pelos que ainda se encontram na Terra. Essa doutrina, perfeitamente bíblica e totalmente coerente com a Fé dos cristãos desde sempre, é denominada intercessão dos santos. Diz o Catecismo da Igreja Católica:

Pelo fato de os habitantes do Céu estarem mais intimamente unidos com Cristo, consolidam mais firmemente a toda a Igreja na santidade. (...) Não deixam de interceder por nós ante o Pai. Apresentam, por meio do único Mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, os méritos que adquiriram na Terra. (...) Sua solicitude fraterna ajuda muito à nossa debilidade." 
(CIC §956)

Para a Igreja de Cristo, portanto, os santos intercedem por nós junto ao Pai, não por seu próprio poder, mas pelo Poder de Cristo, Nosso Senhor, único Mediador entre Deus e os homens para a nossa salvação. Os adeptos do fundamentalismo bíblico, porém, costumam apresentar objeções à este ensinamento. Tais objeções podem ser divididas basicamente em cinco categorias. Neste estudo buscaremos analisá-las e respondê-las, uma por uma:


Objeção 1:
Jesus Cristo é o único Mediador entre Deus e os homens


Acabamos de ver que a Igreja Católica não nega a exclusividade da Mediação de Nosso Senhor. Mesmo assim, esta continua sendo, baseada na leitura literal de uma passagem da Sagrada Escritura, a principal das objeções à doutrina da intercessão dos santos. A passagem bíblica em questão, evidentemente, é 1 Timóteo 2, 5: "Pois há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens; um homem: Cristo Jesus". No entendimento de algumas pessoas, aqui a Sagrada Escritura não deixa dúvidas de que só Jesus pode interceder pelos homens junto a Deus.

E tais pessoas estão certas, sim, neste ponto específico. Não há nenhum santo – nem Pedro nem Paulo e nem a Santíssima Virgem Maria – que possa interceder por nós junto a Deus no sentido de salvar as nossas almas, de nos resgatar do Pecado e da morte. "Só Jesus salva!", costumam bradar os nossos irmãos afastados mais exaltados quando falamos dos santos, e a isso nós devemos responder, simplesmente, com um sonoro: Amém! Sem nenhuma dúvida, de todos os que pisaram esta Terra, somente Jesus é Deus, e somente Ele, sendo Deus, se fez Cordeiro Imolado para a nossa salvação: o único Sacrifício capaz de nos resgatar do Pecado e da morte é o de Cristo, insistimos mais uma vez, porque esta é e sempre foi a nossa fé e a verdadeira doutrina católica.

Então, em que sentido cremos na intercessão dos santos? Neste ponto, prezado leitor, abro parênteses para deixar um testemunho pessoal: ocorre que eu mesmo, há anos, andava perdido, desorientado e confuso, procurando Deus numa série de falsas doutrinas. Cheguei a acreditar na validade da necromancia como caminho para chegar a Deus, pois achava que todas as religiões eram iguais e que procurar conhecer a "retrógrada" Igreja Católica seria uma perda de tempo...

Entretanto, através do testemunho e do exemplo de uma série de bons e fiéis cristãos católicos, acabei conhecendo a verdadeira Igreja Católica. E percebi que a Igreja que eu imaginava era apenas uma espécie de espantalho, uma falsidade pintada por falsos profetas, completamente diferente da Igreja Católica real – aquela que de fato existe. 

O que eu ouvia dizer da Igreja, nas falsas religiões que eu frequentava, era uma caricatura, uma imagem totalmente distorcida da realidade. Através de um longo e progressivo processo de conhecimento da Igreja, rezando com fé e estudando com honestidade os primeiros Padres, a História da Igreja desde o início, a vida dos santos, o Catecismo, conversando com bons padres e assistindo com frequência à Santa Missa, fui agraciado com o conhecimento da Verdade que eu tanto procurava.

A minha vida se tornou, então, cheia de Luz e da Graça divina, e hoje eu posso dizer que conheço, a cada dia um pouco mais, o verdadeiro Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo. Agora navego em segurança, na ilustríssima companhia de incontáveis santos e santas, os do Céu e alguns cá da Terra, por este mar muitas vezes bravio, a bordo do grande Barco da Igreja. 

Essa é uma longa história, mas por que mencionei agora a minha experiência de vida? Porque o meu exemplo é perfeito para ilustrar a ideia que tento transmitir: foi através do testemunho e do exemplo dos bons católicos que eu encontrei o verdadeiro Cristo, e, n'Ele, encontrei a salvação. Sendo assim, eu poderia dizer que esses bons cristãos me salvaram? De certo modo, sim, embora Quem tenha me salvado verdadeiramente tenha sido Jesus – e unicamente Ele poderia fazê-lo. Mesmo assim, daqueles que me conduziram ao Salvador eu poderia dizer que foram, sim, em um certo sentido, meus "salvadores". Porque eles foram como que reflexos do único verdadeiro Salvador, que é Cristo. – E é exatamente isso o que todo cristão fiel deve ser neste mundo: um reflexo de Cristo.

Outro exemplo: imagine-se, leitor, perdido num deserto, vagando há vários dias, já quase a ponto de morrer de sede: um viajante passa por você, conduzindo um jipe; ele não para, não lhe presta socorro nem lhe dá de beber, mas indica a direção que você deve seguir para se salvar. Desesperado, você segue a orientação desse viajante, segue o caminho que ele indicou e logo encontra uma habitação; ao bater na porta, alguém muito caridoso prontamente o atende, o acolhe e lhe dá água fresca, alimento e um leito para descansar. Além de tudo, essa alma bondosa lhe permite usar o telefone, para que você peça ajuda e possa enfim retornar à segurança do seu lar. Pois bem: sua vida foi salva. Quem o salvou? O viajante não lhe deu água nem alimento, nem mesmo carona. Quem lhe deu água, comida, descanso e a possibilidade de retornar ao lar foi o dono da casa. O viajante, porém, indicou o caminho até ele.

O mesmo ocorre com a intercessão dos santos. Eles mesmos não são o Caminho. O único Caminho para a salvação é Jesus; insisto que somente Ele se deu em Sacrifício para a nossa salvação, e que só Ele poderia fazê-lo. Mas os santos nos indicam o Caminho e, mais do que isso, são agentes do próprio Salvador a caminhar junto conosco; levam nossas intenções a Deus Pai, Filho e Espírito Santo.

Agora veja: se alguém crê naquilo que está escrito na Bíblia, também precisa crer na intercessão dos santos. Não podemos tomar uma parte isolada da Bíblia, acreditar somente nesse trecho particular e descartar todo o resto. Se cremos nas Sagradas Escrituras, precisamos crer em toda ela, meditar em tudo o que diz, e tudo dentro do seu devido contexto. E por acaso não ensina o Apóstolo Paulo, nas mesmas Escrituras, que os cristãos devem dirigir orações a Deus em favor de todos? Vejamos o que diz o primeiro versículo da própria 1 Carta a Timóteo: 

Acima de tudo, recomendo que se façam pedidos, orações, súplicas, e ações de graças por todos os homens, pelos reis e todos os que detêm autoridade, para que possamos viver uma vida calma e tranquila, com toda a piedade e dignidade." 
(1Tm 2,1)

Ora, quem pede a Deus pelo outro, com "pedidos, orações e súplicas", está intercedendo pelo outro junto a Deus. Sim, S. Paulo nos pede abertamente, no versículo 1, que antes de tudo sejamos intercessores junto a Deus, uns pelos outros. E é logo adiante, nessa mesma Epístola, no versículo 5, que ele vai dizer que só Jesus é nosso Mediador. Estaria o Apóstolo se contradizendo? 

Também na Carta de S. Tiago, capítulo 5, versículo 16, está escrito o seguinte:

Confessai uns aos outros os vossos pecados e orai uns pelos outros, para que sejais curados. A oração fervorosa (ou assídua) do justo tem grande poder."

Afinal, se eu creio na Bíblia, em que devo crer? Que somente Jesus intercede por nós, ou que nós também podemos interceder uns pelos outros? Ensina a Bíblia uma coisa numa parte e outra coisa diferente, em outra parte? Não. Se a Bíblia contradissesse a si mesma, não seria Palavra de Deus. Na verdade, a solução para esse dilema é bem simples: a questão é que, dentro do contexto bíblico, a natureza da intercessão tratada no versículo 1 de 1 Timóteo é diferente da mediação do versículo 5.

No Antigo Testamento, a mediação entre Deus e os homens se dava através da prática da Lei e dos sacrifícios e ofertas no Templo. No Novo Testamento, isto é, na Nova e Eterna Aliança entre Deus e os seres humanos, é Cristo quem nos reconcilia com Deus através do seu Sacrifício único e suficiente na Cruz. É esta a nova mediação, e é neste sentido que o Cristo é nosso único Mediador, pois através d'Ele recuperamos para sempre a Amizade com Deus: "Assim como pela desobediência de um só homem foram todos constituídos pecadores, assim pela obediência de um só todos se tornarão justos" (Rm 5, 19).

Portanto, a exclusividade da medição de Cristo se refere à justificação e à salvação dos seres humanos. Mas a intercessão dos santos é de uma outra natureza: refere-se à graça que Deus nos concede de intercedermos uns pelos outros. É dessa maneira que os santos intercedem por nós.

Que podemos e devemos interceder uns pelos ouros é um fato com que os protestantes/"evangélicos" concordam; não há nenhum problema, nenhuma discordância quanto a isso, e aí já se quebra o argumento de que só Jesus pode interceder. Mas eu sei bem o que dirão, então: que nós, cristãos que vivemos ainda neste mundo, podemos interceder uns pelos outros pelo fato de estarmos vivos, mas que no caso dos santos já falecidos é diferente. Veremos agora esta outra objeção, em todos os seus desdobramentos.


Objeção 2:
Aqueles que já morreram, mesmo que tenham sido santos, não podem interceder por nós aqui na Terra, porque após a morte não há consciência; ficamos todos como que 'dormindo', esperando o Dia da Ressurreição


Os defensores desta objeção usam como fundamento as palavras do Eclesiastes e também as da Primeira Epístola aos Tessalonicenses :

Com efeito, os vivos sabem que hão de morrer, mas os mortos não sabem mais nada; para eles não há mais recompensa, porque sua lembrança está esquecida (...) Tudo que tua mão encontra para fazer, faze-o com todas as tuas faculdades, pois que na região dos mortos, para onde vais, não há mais trabalho, nem ciência, nem inteligência, nem sabedoria.
(Ecl 9, 5.10)

Não queremos, porém, irmãos, que sejais ignorantes com respeito aos que dormem, para não vos entristecerdes como os demais, que não têm esperança. Pois, se cremos que Jesus morreu e ressuscitou, assim também Deus, mediante Jesus, trará, em sua companhia, os que dormem. Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro. Ora, ainda vos declaramos, por palavra do Senhor, isto: nós, os vivos, os que ficarmos até à vinda do Senhor, de modo algum precederemos os que dormem. 
(1Ts 4,13-15)

Mais uma vez, é preciso manter em mente que a Bíblia é um conjunto coeso de livros, que precisa ser entendido como um todo: se quisermos entender a sua Mensagem mais profunda, não podemos tomar uma parte isoladamente e elaborar a partir desta uma doutrina diferente daquela que a Igreja ensina. Esta é a razão de Jesus Cristo ter dado autoridade a Pedro e aos Apóstolos para conduzir a sua Igreja até a sua volta. É por isso, também, que o Senhor jamais nos disse que bastaria o exame das Escrituras para encontrar o Reino de Deus e alcançar a Salvação.

Pois bem. Se alguém crê na Bíblia, não pode aceitar a doutrina da "inconsciência", que diz que os mortos estão como que "dormindo", aguardando o Dia do Juízo", simplesmente porque há diversos outros versículos muito claros na Sagrada Escritura que dizem o contrário. Podemos ver, por exemplo, Isaías 14,9-10; 1 Pedro 3,19; Mateus 17,3; Apocalipse 5,8; 6,10; 7,10.

A solução evidente é que os versículos aparentemente contraditórios citados mais acima (obviamente) não fazem referência ao estado mental de todos os mortos, mas sim ao infortúnio espiritual daqueles que morreram em inimizade com Deus. Tanto é assim que o Livro dos Provérbios atesta que "o sábio escala o caminho da vida, para evitar a descida à morada dos mortos" (Pr 15,24). – A "região dos mortos" ali denominada é o lugar de desgraça para onde são encaminhados os inimigos de Deus. E acaso não morrerão também os sábios, como todos os outros? Claro que os sábios também morrem, mas a Bíblia diz que estes não irão para a "morada" ou "região dos mortos" onde "não há mais trabalho, nem ciência, nem inteligência, nem sabedoria".

Assim entendemos que o Livro do Eclesiastes, assim como a passagem de 1Tessalonicenses, nas passagens em questão, estão se referindo ao infortúnio que existe nessa "região dos mortos" para onde vão aqueles que estão mortos para Deus. 

Muitos grupos de protestantes aceitam esta realidade, mas não querendo aceitar a doutrina católica, apelam ainda para uma outra argumentação, que veremos em seguida.


Objeção 3:
Os santos não podem ouvir as orações dos que estão na Terra, porque não são oniscientes e nem onipresentes


Esta argumentação em especial, quando a ouvimos pela primeira vez, parece fazer muito sentido. E agora? Será que um santo pode receber as nossas orações e os nossos pedidos de intercessão, mesmo não tendo onipresença e onisciência próprias? Vejamos o que diz o Livro dos Atos dos Apóstolos:

De noite, Paulo teve uma visão: um macedônio, em pé, diante dele, lhe rogava: 'Passa à Macedônia, e vem em nosso auxílio!' Assim que teve essa visão, procuramos partir para a Macedônia, certos de que Deus nos chamava a pregar-lhes o Evangelho."
(At 16,9-10)

O que percebemos nesta passagem? Entre outras coisas, que S. Paulo não precisou ser onipresente e nem onisciente para receber a oração do Macedônio, que suplicava por auxílio. O próprio Apóstolo ensinou que a Igreja é o Corpo de Cristo: os que estão unidos a Cristo através da Igreja são membros do Seu Corpo. – Um só Corpo. – Isso quer dizer que tanto nós, aqui na Terra, quanto os que já morreram para este mundo, na Amizade do Senhor, todos somos membros da Igreja, do mesmo Corpo Místico, do qual o Senhor é a Cabeça: 

Agora alegro-me nos sofrimentos suportados por vós. O que falta às tribulações de Cristo, completo na minha carne, por seu Corpo, que é a Igreja." 
(Cl 1, 24)

Como membros do Corpo de Cristo, enquanto cristãos, estamos mística e intimamente ligados uns aos outros: "Embora sejamos muitos, formamos um só Corpo em Cristo, e cada um de nós é membro do outro" (Rm 12,5). Nosso Senhor Jesus Cristo é a Cabeça do seu Corpo, que é a Igreja: "Ele é a Cabeça do Corpo, a Igreja" (Cl 1,18). Portanto, está claro que os santos, tanto os da Terra quando os que já estão no Céu, na Presença de Deus, estão ligados, enquanto membros do Corpo do Senhor, a Igreja. 

Assim como a minha mão direita não pode se comunicar com a esquerda sem que esse comando tenha sido coordenado por minha cabeça, da mesma forma, no Corpo de Cristo, os membros podem se comunicar uns com os outros, sendo que essa comunicação acontece através da Cabeça, que é o próprio Cristo.

Desta maneira, quando nós pedimos aos santos que intercedam por nós junto a Deus, é como a comunicação de um membro com outro membro no Corpo de Cristo: acontece através de Cristo Jesus, que é Deus. Assim como a nossa cabeça pode coordenar movimentos simultâneos entre os vários membros de nosso corpo, Cristo, Cabeça da Igreja, que é onisciente e onipresente, possibilita a comunicação entre os membros do seu Corpo.

Portanto, o fato de os santos não serem onipotentes e oniscientes não impede que eles conheçam ou recebam os nossos pedidos e possam interceder por nós junto a Deus. "E da mão do anjo subiu à Presença de Deus a fumaça do incenso com as orações dos santos" (Ap 8,4).


Objeção 4:
Nós não podemos dirigir nossa orações aos santos pois isto caracterizaria a evocação dos mortos, que é proibida na Bíblia

Esta objeção baseia-se principalmente nos seguintes versículos:

Não se ache no meio de ti quem pratique a adivinhação, o sortilégio, a magia, a necromancia, a evocação dos mortos: porque todo homem que fizer tais coisas constitui abominação para o Senhor." 
(Dt 18, 9-14)

Se uma pessoa recorrer aos espíritos ou adivinhos, e andar atrás deles, voltarei minha Face contra essa pessoa e a exterminarei do meio do meu povo. (...) Qualquer mulher ou homem que evocar espíritos será punido de morte." 
(Lv 20, 6 - 27)

Destacamos acima os trechos que explicitam que a condenação divina se refere à evocação dos mortos. Sem dúvida Deus abomina a evocação dos mortos. No entanto, há uma tremenda diferença entre evocar os mortos e pedir a intercessão dos santos. Evocar os mortos, dentro deste contexto, é pedir ao espírito do defunto que se apresente e se comunique com os vivos, por meio de necromantes (atualmente chamados 'médiuns'), como se aquela pessoa falecida ainda estivesse vagando em algum lugar, numa dimensão paralela ou "penando" na Terra. Como podemos perceber, trata-se da mesmíssima prática dos espíritas de hoje. 

O que Allan Kardec chamou de "mediunidade" já era praticado nos tempos do Antigo Testamento, e sempre foi categoricamente condenado por Deus. Ao invés de confiar na Providência Divina, os que praticam a necromancia ou mediunidade preferem confiar nas instruções de espíritos, dos quais não têm como conhecer a origem (conf. 1Sm 28).

No caso da intercessão dos santos, não estamos pedindo que o santo se apresente para conversar conosco através de algum médium ou "psicografar" uma carta a fim de obter informações. Nada disso. Estamos, sim, dirigindo pedidos de oração aos santos do Senhor, os quais, pela fé, cremos que estão mais vivos do que nós no Céu, o que é completamente diferente de invocação dos mortos. Continuamos confiando somente na Providência Divina, e continuamos crendo que, em última análise, somente Deus atende às nossas preces.

Desta forma, as proibições divinas quanto à prática de espiritismo não se aplicam de modo algum à doutrina da intercessão dos santos.


Objeção 5:
Não há referência bíblica quanto à intercessão dos santos

Aqui está uma objeção completamente falsa já na própria afirmação. Existem, sim senhor, diversos versículos bíblicos mostrando que os santos elevam as suas e as nossas orações na Presença de Deus. Vejamos:

Quando abriu o quinto selo, vi debaixo do Altar as almas dos homens imolados por causa da Palavra de Deus, e por causa do testemunho de que eram depositários. E clamavam a Deus em alta voz, dizendo: 'Até quando Tu, que és o Senhor, o Santo, o Verdadeiro, ficarás sem fazer justiça e sem vingar o nosso sangue contra os habitantes da Terra?' Foi então dada a cada um deles uma veste branca, e foi-lhes dito que aguardassem ainda um pouco, até que se completasse o número dos companheiros de serviço e irmãos que estavam com eles para ser mortos." 
(Ap 6, 9-11)

Os quatro viventes e os vinte e quatro anciões se prostraram diante do Cordeiro. Tinha cada um uma cítara e taças de ouro cheias de perfumes, que são as orações dos santos."
(Ap 5,8)

A fumaça dos perfumes subiu da mão do anjo com as orações dos santos, diante de Deus." 
(Ap 8,4)

Vemos com toda a clareza como os santos, no Céu, clamam a Deus em intenção dos que estão na Terra. Sim, os santos elevam suas orações a Deus. E por que estariam orando, se já estão salvos, desfrutando da Presença divina? Suas orações são em nosso favor, para que os que estão no mundo também possam um dia estar com eles, na felicidade perfeita e eterna plenitude.

No Livro do Profeta Jeremias, lemos: 

Disse-me, então, o SENHOR: 'Mesmo que Moisés e Samuel se apresentassem diante de Mim, meu Coração não se voltaria para esse povo'." 
(Jr 15,1)

No tempo de Jeremias, Moisés e Samuel já estavam mortos. No entanto, a Sagrada Escritura apresenta o SENHOR Deus, diretamente, dizendo que estes mesmos profetas, já mortos para o mundo, poderiam se colocar em sua Presença para pedir pelo povo de Israel. Se isto fosse uma completa impossibilidade, como pregam certos "pastores", então nem seria mencionada na Escritura – Aí está a intercessão dos santos, literalmente, no texto da Bíblia Sagrada.


O testemunho dos primeiros cristãos

Finalizando este estudo, vejamos o que professavam os cristãos da Igreja primitiva, nos primeiros séculos, quando não havia divisão na Cristandade e a Igreja de Jesus Cristo era uma só:

O Pontífice [o Papa] não é o único a se unir aos orantes. Os anjos e as almas dos juntos também se unem a eles na oração." – Orígenes (185-254 dC), Tratado da Oração

Se um de nós partir primeiro deste mundo, não cessem as nossas orações pelos irmãos." – Cipriano de Cartago (200-258 dC), Epístola 57

Aos que fizeram tudo o que tiveram ao seu alcance para permanecer fiéis, não lhes faltará, nem a guarda dos anjos nem a proteção dos santos." – Santo Hilário de Poitiers (310-367 dC), Apologetica ad Reprehensores Libri de Synodis Responsa

Comemoramos os que adormeceram no Senhor antes de nós: Patriarcas, Profetas, Apóstolos e Mártires, para que Deus, por suas intercessões e orações, se digne receber as nossas." – São Cirilo de Jerusalém (315-386 dC), Catequeses Mistagógicas

Em seguida [na Oração Eucarística], mencionamos os que já partiram: primeiro os Patricarcas, Profetas, Apóstolos e Mártires, para que Deus, em virtude de suas preces e intercessões, receba a nossa oração." – São Cirilo de Jerusalém, idem

Se os Apóstolos e mártires, enquanto estavam em sua carne mortal, e ainda necessitados de cuidar de si, ainda podiam orar pelos outros, muito mais agora que já receberam a Coroa de suas vitórias e triunfos. Moisés, um só homem, alcançou de Deus o perdão para 600 mil homens armados; e Estevão, para seus perseguidores. Serão menos poderosos agora que reinam com Cristo? São Paulo diz que com suas orações salvara a vida de 276 homens, que seguiam com ele no navio [naufrágio na ilha de Malta]. E depois de sua morte, cessará sua boca e não pronunciará uma só palavra em favor daqueles que no mundo, por seu intermédio, creram no Evangelho?" – São Jerônimo (340-420 dC), Adversus Vigilancio 6

Portanto, como bem sabem os fiéis, a disciplina eclesiástica prescreve que, quando se mencionam os mártires nesse lugar durante a Celebração Eucarística, não se reza por eles, mas pelos outros defuntos que também aí se comemoram. Não é conveniente orar por um Mártir, pois somos nós que devemos encomendar suas orações." - Santo Agostinho (391-430 d.C. - Sermão 159, 1)

Não deixemos parecer para nós pouca coisa; que sejamos membros do mesmo Corpo que elas [Santa Perpétua e Santa Felicidade] (...). Nós nos maravilhamos com elas, elas sentem compaixão de nós. Nós nos alegramos por elas, elas oram por nós (...). Contudo, nós todos servimos um só Senhor, seguimos um só Mestre, atendemos um só Rei. Estamos unidos a uma Cabeça; nos dirigimos a uma Jerusalém; seguimos após um Amor, envolvendo uma Unidade." – Santo Agostinho (391-430 dC), Sermão 280,6

Por vezes, é a intercessão dos santos que alcança o perdão das nossas faltas (1Jo 5,16; Tg 5,14-15) ou ainda a misericórdia e a fé." – São João Cassiano (360-435 dC), Conferência 20


Conclusão

Como podemos ver, quanto à doutrina da intercessão dos santos, não se trata de "invenção" do catolicismo, como afirmam certos falsos profetas, mas sim da legítima doutrina cristã como sempre foi, embasada tanto nas Sagradas Escrituras quanto na Tradição Apostólica. Quanto a isto, os primeiros cristãos jamais tiveram dúvidas (outra prova disso é que este tema jamais foi motivo de disputas conciliares). Esta doutrina só confirma o Amor de Deus para conosco e Seu Plano de que sejamos, uns para os outros, instrumentos deste Amor.

fonte: ofielcatolico.com.br 

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Ref.: 
LIMA, 
Alessandro, artigo 'A Intercessão dos Santos', disp. em
http://www.veritatis.com.br/apologetica/imagens-santos/555-a-intercessao-dos-santos
Acesso 25/9/014
 
Milícias Angélicas, Arcanjo São Miguel,  Lúcifer , Anjos rebeldes, Santas Escrituras,  Rainha dos Anjos, São Gabriel, Anjos, demônios, Summa Theologica,  anjos da guarda,  Senhora dos Anjos ,

SÃO MIGUEL ARCANJO E AS ALMAS DO PURGATÓRIO - BÍBLIA , TRADIÇÃO E PIEDADE CRISTÃ

SÃO MIGUEL ARCANJO E AS ALMAS DO PURGATÓRIO - BÍBLIA , TRADIÇÃO E PIEDADE CRISTÃ
São Miguel Arcanjo é muito invocado em orações aos moribundos e defuntos, para que os ajude no caminho ao céu.

A piedade cristã atribui ao Arcanjo 
São Miguel  três tarefas:

1- ele pesa as almas para separar os puros dos amaldiçoados e condenados;
2- ele conduz as almas ao Céu, protegendo-as do demônio,
3- e por último ele guarda as portas do paraíso.

Desta crença resulta outra representação comum de 
São Miguel Arcanjo com uma balança de dois pratos na mão destinada a pesar as almas. [www.arcanjomiguel.net] 
A retratação de São Miguel pesando as almas, na verdade, é simbólica, baseada em alguns textos bíblicos que afirmam que os anjos, diante da ordem de Cristo separarão os maus dos bons.

E como 
São Miguel Arcanjo é chamado de o Grande Príncipe (Dn 10,13; 12,1), Príncipe dos Exércitos Celestes (Jos 5,13-15; Apo 12,7), acredita-se que esteja ao seu encargo a tarefa de coordenar esses anjos (1 Tes 4,16; Mat 13,49; Mat 24,31; Mac 13,27), como coordenou no combate ao Dragão (Apo 12,7).

A passagem de Daniel (Dan 12,1) nos dá a entender que 
São Miguel estará presente no dia do juízo final, separando os que estão escritos no livro da vida (Mat 13,49) .

Ao retratar 
São Miguel pesando as almas, lembramos alguns trechos bíblicos que falam que os seres humanos são pesados, medidos por suas obras (Dn 5,27; Sl 62,9; Mat 7,2) e serão retribuídos por elas após a morte (Heb 9,27).

Já que, assim que morremos, somos julgados pelo o que fizemos em vida (Heb 9,27) e comparecemos diante do tribunal de Cristo (II Cor 5,10), o que a Igreja chama de juízo particular.

Por isso, São Miguel é invocado para que conduza as almas ao Céu (Lc 16,22), protegendo-as do demônio , como ele protegeu outrora o corpo de Moisés (Jud 1,9).

Dessa forma, a tradição da piedade cristã atribui a 
São Miguel tudo o que diz respeito aos assuntos dos mortos, em vista dessas passagens bíblicas. [www.arcanjomiguel.net] 

Por esse motivo, em orações pelas almas, é comum se invocar o Arcanjo Miguel para que apresente nossas orações (Apo 8,3-4) a Deus por elas, "já que é um pensamento santo e salutar rezar pelos defuntos para que sejam perdoados de seus pecados" (2Mc 12,46).

Pedimos, também, que 
São Miguel nos ajude com sua intercessão (Zac 1,12; Apo 7, 2-3;) a levar-lhes consolo e luz (Lc 16,25; 1 Ped 4,6), caso estejam passando pelo fogo do Purgatório (1 Cor 3,15).

Suplicando, por meio desse Arcanjo, que paguem rapidamente até o último centavo do que devem ( Mt 5,26) e entrem no reino do céu (Lc 16,22).





Quadro de São Miguel libertando uma alma do Purgatório
Os anjos são nossos companheiros de caminhada na terra (Gn 48,16; Ex 23, 20) e Deus os designou para nos socorrerem, nos aconselharem e nos guiarem no bom caminho (Gn 48,16; Mt 18,10; Ex 23,20-23).

Enquanto precisarmos ser socorridos, nosso Anjo da Guarda ainda precisa estar conosco.

Ora, no purgatório ainda estaremos em estado de sofrimento por nossos pecados (ICor 3,15. 11,32; Lc 12,48. 58-59; Mt 5, 25-26).

Logo, precisamos ser "socorridos", auxiliados pela intercessão (I Tim 2,1; ICor 13,5) do próximo, da igreja, dos santos
(Rm 14,8; Gl3,27-28), para que o tempo desse sofrimento seja atenuado.

Nesse "tempo" ou "estado" após a morte recebemos o que fizemos em vida (II Cor 5, 10).

 
Assim, nosso arrependimento na outra vida não tem validade e não nos purifica nem nos liberta das consequências do pecado (1Sam 3,13-14; 4,18; 2 Sam 12,13-14; Jon 1,12) e da necessidade de reparação deles ( Mt 3,8; Lc 3,3; 13,3; 2 Cor 7, 9-10; 1 Ped 1,22; 2 Ped 1,9).


Pintura representando São Miguel confortando as almas presas no Purgatório

A Bíblia afirma que as portas do céu são guardadas por dois querubins e e a árvore da vida por uma espada flamejante (Gênesis 3,24).

Como a espada é sinal de um anjo guerreiro e Ele é considerado o Príncipe dos Exércitos Celestes (Jos 5,13-15; Apo 12,7), São Miguel seria, segundo a opinião de alguns, o guarda delas e ,assim, responsável de conduzir as almas até lá. 
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ORAÇÃO PELOS MORIBUNDOS:

Ó Clementíssimo Jesus, que Vos abrasais de amor pelas almas, eu Vos suplico pela agonia do Vosso Sacratíssimo Coração e pelas dores da vossa Mãe Imaculada, que purifiqueis no Vosso Sangue os pecadores de todo o mundo que agora estão em agonia e hoje mesmo têm de morrer. Amém.

Coração agonizante de Jesus, tende piedade dos moribundos.

RECOMENDAÇÃO DE UM DEFUNTO (antes e durante a agonia da morte)

Sai, alma cristã, deste mundo, em nome de + Deus Pai Todo Poderoso, que te criou;
em nome de + Jesus Cristo Filho de Deus Vivo, que por ti padeceu e morreu; em nome do + Espírito Santo, que copiosamente se te comunicou. 
[www.arcanjomiguel.net] 
Aparta-te e sai deste corpo mortal com o favor e proteção da 
Santíssima Mãe  de Deus e tua
Mãe Imaculada, a Bem-Aventurada Sempre Virgem Maria; Vai, alma cristã, ao encontro do teu Senhor, com o amparo dos Anjos e Arcanjos;  dos Tronos e Dominações; dos Querubins e Serafins;
dos Patriarcas e Profetas; dos Santos Apóstolos e Evangelistas;
dos Santos Mártires, Confessores, Monges, religiosos e eremitas; das santas Virgens e esposas de Jesus Cristo, e de todos os Santos e Santas de Deus, o Qual Se digne dar-te lugar de descanso
e gozo de paz eterna na cidade santa da celestial Sião, onde O louves por todos os séculos dos séculos. Amém.

Ao morrer o moribundo:

Acudi-lhe, Santos de Deus.
Vinde, Anjos do Senhor, tomai esta alma e levai-a à presença do Altíssimo.
V. Dai-lhe, Senhor, o descanso eterno.
R. Entre os esplendores da luz perpétua, que descanse em paz.

Senhor, tende piedade de nós.
Cristo, tende piedade de nós.
Senhor, tende piedade de nós.

Pai-Nosso.

V. O repouso eterno, dai-lhe, Senhor.
R. Sobre ele brilhe a eterna luz.

V. Da porta do Inferno.
R. Livrai-o, Senhor.
V. Descanse em paz.
R. Amém.

V. Senhor, ouvi a minha oração.
R. Chegue até Vós o meu clamor.

Oração:
A Vós, Senhor, encomendamos a alma do Vosso servo N., que defunto para este mundo, viva agora convosco; E os pecados que cometeu pela fragilidade humana, perdoe-lhe a Vossa benigníssima Misericórdia.

Por Cristo, Nosso Senhor. Amem.
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Oração pelas Almas do purgatório:

Ó Deus que usais de misericórdia e sempre estais disposto a perdoar, humildemente vos pedimos que tenhais pena das almas dos fiéis defuntos enterrados no cemitério.

Não entregueis esses vossos servos ao poder do inimigo, nem deles vos esqueçais para sempre; mas ordenai aos vossos santos Anjos que os recebam e conduzam à pátria eterna, o paraíso.

E já que em sua vida na terra confiaram em vossa misericórdia, não permitais que eles venha a sofrer na mansão dos mortos, mas ao contrário, fazei que a sua esperança se torne realidade, ao entrar na posse da felicidade eterna. 
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Que as almas de todos os fiéis defuntos pela 
misericórdia de Deus, descansem em paz. Amém.
Dai-lhes, Senhor, o descanso eterno.  
[www.arcanjomiguel.net] 
E a luz Perpétua os ilumine.
Descansem em paz. Amém.

ALGUNS VERSÍCULOS CITADOS NO TEXTO:

"E houve batalha no céu; 
Miguel e os seus anjos batalhavam contra o dragão, e batalhavam o dragão e os seus anjos;" (Apocalipse 12,7)

"Porque o Senhor mesmo descerá do céu com grande brado, à voz do arcanjo, ao som da trombeta de Deus, e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro." (1 Tes 4,16)

"E ele enviará os seus anjos com grande clangor de trombeta, os quais lhe ajuntarão os escolhidos desde os quatro ventos, de uma à outra extremidade dos céus." (Mat 24,31)

"E logo enviará os seus anjos, e ajuntará os seus eleitos, desde os quatro ventos, desde a extremidade da terra até a extremidade do céu." (Mac 13,27)

"Assim será no fim do mundo: sairão os anjos, e separarão os maus dentre os justos," (Mat 13,49)

"Naquele tempo se levantará 
Miguel, o grande príncipe, que se levanta a favor dos filhos do teu povo; e haverá um tempo de tribulação, qual nunca houve, desde que existiu nação até aquele tempo; mas naquele tempo livrar-se-á o teu povo, todo aquele que for achado escrito no livro."
(Dan 12,1)

"E vi os mortos, grandes e pequenos, em pé diante do trono; e abriram-se uns livros; e abriu-se outro livro, que é o da vida; e os mortos foram julgados pelas coisas que estavam escritas nos livros, segundo as suas obras." (Apo 20,11-15) 
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" E, como aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo depois o juízo, " (Heb 9,27)

" Porque é necessário que todos nós sejamos manifestos diante do tribunal de Cristo, para que cada um receba o que fez por meio do corpo, segundo o que praticou, o bem ou o mal." (II Cor 5,10)

" TEQUEL: Pesado foste na balança, e foste achado em falta. "

"Certamente que os filhos de Adão são vaidade, e os filhos dos homens são desilusão; postos na balança, subiriam; todos juntos são mais leves do que um sopro."(Sl 62,9)

"Porque com o juízo com que julgais, sereis julgados; e com a medida com que medis vos medirão a vós." (Mat 7,2) 
[www.arcanjomiguel.net] 

"Mas quando o 
Arcanjo, discutindo com o Diabo, disputava a respeito do corpo de Moisés, não ousou pronunciar contra ele juízo de maldição, mas disse: O Senhor te repreenda."(Jud 1,9)

" Veio a morrer o mendigo, e foi levado pelos anjos para o seio de Abraão; morreu também o rico, e foi sepultado." (Lc 16,22)

"E havendo lançado fora o homem, pôs ao oriente do jardim do Éden os querubins, e uma espada flamejante que se volvia por todos os lados, para guardar o caminho da árvore da vida." (Gn 3,24)

Fonte:http://rezairezairezai.blogspot.com.br/2012/11/sao-miguel-arcanjo-e-as-almas-do.html
Divulgação:http://www.arcanjomiguel.net
Clevinho Maia (Combatentes de São Miguel Arcanjo)

Oração de Renuncia e Libertação – Padre Jonas Abib

Oração de Renuncia e Libertação – Padre Jonas Abib

Pegue um crucifixo, a sua Bíblia e reze comigo:
, eu te pertenço. A minha vida Te pertence. Eu sei que o Senhor me salvou pelo Teu Sangue, pela Tua cruz, pelo Teu sacrifício. [www.arcanjomiguel.net] E hoje eu , diante do céu, da terra e dos próprios infernos: eu pertenço a Ti, Senhor. A minha vida é Tua. Inteiramente, unicamente Tua, Senhor.
Eu me arrependo sinceramente de tudo aquilo que aconteceu na minha vida no passada em relação ao espiritismo (ou seita oculta). Tudo aquilo que eu fiz e que pessoas fizeram por mim: meus pais, avós, padrinhos, conhecidos, namoro.
Eu renuncio a tudo aquilo que fizeram por mim, até com boa vontade, no espiritismo. Eu agora rejeito. Eu renuncio a tudo. Rejeito a doutrina espírita, a cultura espírita, a mentalidade espírita e aceito toda Verdade da Fé Católica.
Eu sei que Tu és o Filho de Deus: Jesus, encarnado por nosso amor, no seio da Virgem Maria. Tu és o meu Senhor e [www.arcanjomiguel.net] Fui salvo pelo teu sangue, resgatado pelo teu sangue. Eu agradeço Senhor, porque te pertenço, os meus pais te pertencem, os meus filhos te pertencem. Eu sou teu, Senhor! A minha vida é tua, Senhor. Amém.Paginas 19,20 – By Clevinho Maia Autoria livro Sim, sim! Não, não! Do Padre Jonas Abib
Fonte http://www.arcanjomiguel.net – Fonte https://novecoros.blogspot.com 
 Combatentes de São Miguel Arcanjo – Formação Leoninas – Clevinho Maia


Oração de Renuncia e Libertação – Padre Jonas Abib


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