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Orações para a Quaresma de São Miguel, e história da Quaresma de São Miguel Arcanjo

Quaresma de São Miguel Arcanjo: reaviva sua devoção com os anjos


A Quaresma de São Miguel Arcanjo deve ser rezada dos dias 15 de agosto a 29 de setembro

(exceto aos domingos, dia dedicado ao Senhor), dia da Festa de São Miguel.
Pode e deve ser rezada também em outras épocas do ano por um período de 40 dias.
Para se preparar para essa Quaresma é necessário
– Oferecer uma penitência durante os 40 dias;
– Fazer o sinal da cruz;
– Rezar a oração inicial. (Pequeno Exorcismo de Leão XIII)
– Rezar a Ladainha de São Miguel Arcanjo
– Rezar a Consagração a São Miguel Arcanjo
– Fazer o pedido de uma graça a ser alcançada
escolha sua melhor disposição
{ Participar da Santa Missa, em especial aos domingos (se possível diariamente)
Participar da missa votiva da Festa de São Miguel Arcanjo dia 29 de setembro. 
– Rezar essas orações todos os dias:


Oração inicial:
Pequeno Exorcismo do Papa Leão XIII
Ordene-lhe Deus, instantemente o pedimos; e vós, príncipe da milícia celeste, pela virtude divina, precipitai ao inferno a Satanás e a todos os espíritos malignos, que andam pelo mundo para perder  almas.

Amém.
Sacratíssimo Coração de Jesus! (três vezes)


Ladainha de São Miguel Arcanjo


JESUS CRISTO, tende piedade de nós
SENHOR, tende piedade de nós
JESUS CRISTO, ouvi-nos
JESUS CRISTO, atendei-nos [www.arcanjomiguel.net]
PAI CELESTE que sois DEUS, tende piedade de nós
FILHO REDENTOR do mundo que sois DEUS, tende piedade de nós
ESPÍRITO SANTO que sois DEUS, tende piedade de nós
SANTÍSSIMA TRINDADE que sois um só DEUS,tende piedade de nós
São Miguel Arcanjo, rogai por nós,
São Miguel, cheio de graça de DEUS, rogai por nós,
São Miguel, perfeito adorador do Verbo Divino, rogai por nós,
São Miguel, coroado de honra e de glória, rogai por nós,
São Miguel, poderosíssimo Príncipe dos exércitos do SENHOR, rogai por nós,
São Miguel, porta e estandarte da SANTÍSSIMA TRINDADE, rogai por nós,
São Miguel, guardião do Paraíso, rogai por nós,
São Miguel, guia e consolador do povo Israelita, rogai por nós,
São Miguel, esplendor e fortaleza da Igreja militante, rogai por nós,
São Miguel, honra e alegria da Igreja triunfante, rogai por nós,
São Miguel, baluarte da verdadeira fé, rogai por nós,  [www.arcanjomiguel.net]
São Miguel, força daqueles que combatem pelo estandarte da Cruz , rogai por nós,
São Miguel, luz e confiança das almas no último momento da vida, rogai por nós,
São Miguel, socorro muito certo, rogai por nós,
São Miguel, nosso auxílio em todas  adversidades, rogai por nós,
São Miguel, mensageiro da sentença eterna, rogai por nós,
São Miguel, consolador das almas do Purgatório,
Vós a quem o SENHOR incumbiu de receber,
 almas depois da morte , rogai por nós,
São Miguel, nosso Advogado, rogai por nós,
São Miguel, vencedor de lúcifer, rogai por nós,
São Miguel, Anjo da Fé e da Humildade,rogai por nós,
São Miguel, Arcanjo que reivindica os direitos
inalienáveis de DEUS, rogai por nós, [www.arcanjomiguel.net]
São Miguel, Príncipe do Céu, posto como guardado novo Povo Eleito de DEUS que é a Igreja, São Miguel, defensor contra  iniquidades do século, rogai por nós,
São Miguel, Patrono dos Moribundos, rogai por nós,
Cordeiro de DEUS que tirais o pecado do Mundo, ouvi-nos SENHOR.
Cordeiro de DEUS que tirais o pecado do Mundo, tende piedade de nós, SENHOR.
– JESUS CRISTO atendei-nos.
– Rogai por nós glorioso São Miguel, Príncipe da Igreja de JESUS CRISTO.
– Para que sejamos dignos das Suas promessas. Amém
DEUS Onipotente e Eterno, concedei-nos o auxílio de vossos Santos Anjos e Exércitos Celestes, a fim de que, por eles, permaneçamos preservados dos terríveis ataques de satanás e dos outros espíritos malignos e pelo Preciosismo Sangue de Nosso Senhor JESUS CRISTO e a intercessão da Santíssima e Imaculada Virgem Maria, libertos de todos os perigos, possamos servir-Vos em paz, por Nosso Senhor JESUS CRISTO, vosso Filho na Unidade do ESPÍRITO SANTO. Amém
Referencia:
Obra consultada para elaboração: O grande humilde São Miguel
Pe Oliveiros de Jesus Reis (23/06/1921–23/05/1990)
Clevinho Maia –《Apostolado Padre Gabriele Amorth》


Consagração a São Miguel Arcanjo

Ó Príncipe nobilíssimo dos Anjos, valoroso guerreiro do Altíssimo, zeloso defensor da glória do Senhor, terror dos espíritos rebeldes, amor e delícia de todos os Anjos justos, meu diletíssimo Arcanjo São Miguel, desejando eu fazer parte do número dos vossos devotos e servos, a vós hoje me consagro, me dou e ofereço, e ponho-me a mim próprio, a minha família e tudo o que me pertence, debaixo da vossa poderosíssima proteção.

É pequena a oferta do meu serviço, sendo como sou um miserável pecador, mas vós engrandecereis o afeto do meu coração; recordai-vos que de hoje em diante estou debaixo do vosso sustento e deveis assistir-me em toda a minha vida e obter-me o perdão dos meus muitos e graves pecados, a graça de amar a Deus de todo coração, ao meu querido Salvador Jesus Cristo e a minha Mãe Maria Santíssima, obtende-me aqueles auxílios que me são necessários para obter a coroa da eterna glória.

Defendei-me dos inimigos da alma, especialmente na hora da morte. Vinde, ó príncipe gloriosíssimo, assistir-me na última luta e com a vossa arma poderosa lançai para longe, precipitando nos abismos do inferno, aquele anjo quebrador de promessas e soberbo que um dia prostrastes no combate no Céu.

São Miguel Arcanjo, defendei-nos no combate para que não pereçamos no supremo juízo. Amém




Obra consultada para elaboração:  O grande humilde São Miguel
Autor: Pe Oliveiros de Jesus Reis (23/06/1921–23/05/1990)
Divulgação Fonte:https://arcanjomiguel.net/
Clevinho Maia –《Apostolado Padre Gabriele Amorth》
Miguel significa “Quem como Deus”. O Arcanjo Miguel sempre foi muito amado e venerado pelo povo de Deus. Diante de algumas passagens da Sagrada Escritura, a Igreja foi entendendo melhor o papel e a missão que ele tem, junto ao Senhor, em favor dos homens, como descreve o  do profeta Daniel: “Naquele dia, vai prevalecer Miguel, o grande comandante, sempre de pé ao lado do teu povo” (Dn 12,1). O Senhor o constituiu guarda e protetor da Igreja.
“Houve uma batalha no céu. Miguel e seus anjos tiveram de combater o Dragão. O Dragão e seus anjos travaram combate, mas não prevaleceram”(Ap 12,7).
Padre Oliveiros de Jesus Reis, filho de Jose Reis e de Esperança de Jesus Reis, nasceu em Portimao, a 23 de Junho de 1921. Foi ordenado sacerdote, na Se Patriarcal de Lisboa, a 29 de Junho de 1945. Foi diretor espiritual no Seminário de Santarem e no Pré-Seminário de Abrigada. Foi pároco na freguesia de Almeirim e na freguesia da Encarnação, ao Chiado, em Lisboa. Foi animador espiritual de comunidades e de instituições eclesiais. Foi conselheiro espiritual de muitos que o procuraram na sua caminhada de fé. Foi apostolo da palavra escrita e oral. E autor de uma bibliografia considerável na área espiritual. A sua ultima obra é a presente biografia. A morte surpreendeu-o quando decorria já a composição gráfica desta publicação. Faleceu em Lisboa, no Hospital Egas Monis, a 23 de Maio de 1990.
https://tinyurl.com/devocionarioSaoMiguel 

Todos os dias:

– Acender uma vela abençoada diante de uma  ou estampa de São Miguel Arcanjo

{ Confessar-se; antes durante ou depois da quaresma,

São Miguel Arcanjo, defendei-nos no combate, sede nosso refúgio contra a maldade e  ciladas do demônio!

SENHOR, tende piedade de nós

Santa Maria, Rainha dos Anjos, rogai por nós,

São Miguel, luz dos Anjos, rogai por nós,

São Miguel, nosso Príncipe, rogai por nós,

Cordeiro de DEUS que tirais o pecado do Mundo, perdoai-nos SENHOR.

– JESUS CRISTO ouvi-nos.


Oremos

SENHOR JESUS CRISTO, santificai-nos por uma bênção sempre nova e concedei-nos, por intercessão de São Miguel, a sabedoria que nos ensina a ajuntar riquezas no Céu e a trocar os bens do tempo presente pelos bens eternos. Vos que viveis e reinais por todos os séculos dos séculos. Amém

Ó Príncipe nobilíssimo dos Anjos, valoroso guerreiro do Altíssimo, zeloso defensor da glória do Senhor, terror dos espíritos rebeldes, amor e delícia de todos os Anjos justos, meu diletíssimo Arcanjo São Miguel, desejando eu fazer parte do número dos vossos devotos e servos, a vós hoje me consagro, me dou e ofereço, e ponho-me a mim próprio, a minha família e tudo o que me pertence, debaixo da vossa poderosíssima proteção.

É pequena a oferta do meu serviço, sendo como sou um miserável pecador, mas vós engrandecereis o afeto do meu coração; recordai-vos que de hoje em diante estou debaixo do vosso sustento e deveis assistir-me em toda a minha vida e obter-me o perdão dos meus muitos e graves pecados, a graça de amar a Deus de todo coração, ao meu querido Salvador Jesus Cristo e a minha Mãe Maria Santíssima, obtende-me aqueles auxílios que me são necessários para obter a coroa da eterna glória.

Defendei-me dos inimigos da alma, especialmente na hora da morte. Vinde, ó príncipe gloriosíssimo, assistir-me na última luta e com a vossa arma poderosa lançai para longe, precipitando nos abismos do inferno, aquele anjo quebrador de promessas e soberbo que um dia prostrastes no combate no Céu.

São Miguel Arcanjo, defendei-nos no combate para que não pereçamos no supremo juízo. Amém

Referencia:

Sobre São Miguel Arcanjo

No  do Apocalipse, São Miguel e seus anjos são mostrados como defensores do povo de Deus.

Sobre Padre Oliveiros de Jesus Reis (23/06/1921–23/05/1990)


 com diversas orações devocionárias a São Miguel Arcanjo

https://tinyurl.com/devocionario 




Quando São Francisco começou a Quaresma de São Miguel Arcanjo.

Uma tradição franciscana, a Quaresma a São Miguel Arcanjo é um tempo especial de oração e penitência. Tem início, com a Festa da Assunção de Nossa Senhora em 15 de agosto e termina no dia 28 de setembro, véspera da festa em honra aos Santos Arcanjos Miguel, Gabriel e Rafael.

São Francisco foi um santo que na sua vida mortal procurava nutrir muito sua alma para não esfriar o seu amor por Jesus, com um espírito de oração e sacrifício muito grande.

Para tanto, ele realizava por ano três quaresmas, além de outro período de jejum e oração em honra da Mãe de Deus, pela qual tinha um doce e especial amor, que ia da festa de São Pedro e São Paulo Apóstolos à festa da Assunção de Nossa Senhora. Foi de um modo muito especial que, na Quaresma de São Miguel Arcanjo, Deus coroou Francisco de graças abundantes, dentre elas a de marcá-lo em seu corpo, pelo profundo desejo de imitar ao seu Filho Jesus Cristo, com os sinais de sua Paixão. Todas essas quaresmas eram realizadas no Monte Alverne. (Alverne: "verna" vem de "vernare", verbo utilizado por Dante e que significa "fazer frio"; gela.)

São Boaventura diz em sua Legenda Maior em seu capítulo 9, parágrafo 3 dos escritos biográficos de São Francisco: "um vínculo de amor indissolúvel unia-o aos anjos cujo maravilhoso ardor o punha em êxtase diante de Deus e inflamava as almas dos eleitos". Por devoção aos anjos, celebrava uma quaresma de jejuns e orações durante os quarenta dias que seguem a Assunção da Santíssima Virgem Maria.

São Miguel, sobretudo, a quem cabe o papel de introduzir as almas no paraíso, era objetivo de uma devoção especial, em razão do desejo que tinha o santo de salvar a todos os homens. Era do conhecimento de Francisco a autoridade e o auxílio que o Arcanjo Miguel tem em exercício das almas, em salvá-las no último instante da vida e o poder de ir ao purgatório retirá-las de lá.

Esse era o principal motivo pelo qual Francisco realizava sua quaresma e isso nos é relatado na legenda Terusiana no número 93 de sua biografia, na qual o santo vai dizer no ano de 1224, ano em que recebeu os estigmas ao avistar o Monte Alverne em visita ao eremitério: "Para honra de Deus, da bem-aventurada Virgem Maria e de São Miguel, Príncipe dos Anjos e das almas, quero fazer aqui uma quaresma".

É neste mesmo ano que ele realizou a 1ª quaresma em hora de São Miguel Arcanjo. Foi neste ano que estando Francisco a rezar no Monte Alverne, relata a Legenda Menor de sua biografia. Em sua primeira quaresma em honra do glorioso Arcanjo Miguel, sentiu ele com maior abundância do que nunca, a suavidade de contemplação Celeste, o andor dos desejos sobrenaturais, a profusão das graças divinas transportado até Deus num fogo de amor seráfico, e transformado pelos arroubos de uma profunda compaixão naquele que, em seus extremos de amor, quis ser crucificado.

Orava certa manhã numa das partes do monte. Aproximava a festa da Exaltação da Santa Cruz, quando ele viu descer do alto do Céu um Serafim de seis asas flamejantes, o qual, num rápido vôo, chegou perto do lugar onde estava o homem de Deus.

O personagem apareceu-lhe não apenas munido de asas, mas também crucificado, mãos e pés estendidos e atados a uma cruz. Duas asas elevavam-se por cima de sua cabeça, duas outras estavam abertas para o vôo, as duas últimas cobriam-lhe o corpo.

Tal aparição deixou Francisco mergulhado num profundo êxtase, enquanto em sua alma se mesclava a tristeza e a alegria: uma alegria transbordante ao contemplar a Cristo que se lhe manifestava de uma maneira tão milagrosa e familiar, mas ao mesmo tempo uma dor imensa, pois a visão da cruz transpassava sua alma com uma espada de dor e de compaixão.

Aquele que assim externamente aparecia e o iluminava também internamente. Francisco compreendeu então que os sofrimentos da paixão de modo algum podem atingir um Serafim que é um espírito imortal. Mas essa visão lhe fora concedido para ensinar que não era o martírio do corpo, mas o amor o incendiou a alma que deveria transformá-lo, tornando-o semelhante a Jesus Crucificado. Após uma conversação familiar, que nunca foi revelada aos outros, desapareceu aquela visão, deixando-lhe o coração inflamado de um ardor seráfico e imprimindo-lhe na carne a semelhança externa com o crucificado, como a marca de um sinete na cera que o calor do fogo fez derreter.

Logo começaram, com efeito, a aparecer em suas mãos e pés as marcas dos cravos.Quando o verdadeiro amor transformou o amigo de Cristo na semelhança d'Aquele que ele amava, terminado os quarenta dias previsto no monte e na solidão, chegou a festa de são Miguel; e Francisco, homem evangélico, desceu do Monte, trazendo a imagem do crucificado, não esculpida em tábuas de pedra ou de madeira pela mão de algum artifício, mas reproduzida em sua própria carne pelo dedo do Deus Vivo.

Francisco para não se igualar a Jesus que ficou 40 dias e 40 noites em jejum total, come ao final destes dias um pedaço de pão e bebe água, pois se achava indigno de se igualar a Jesus.
Clevinho Maia (Combatentes de São Miguel Arcanjo)
extraído de: http://www.cancaonova.com/

Nesta Quaresma vamos meditar os 40 dias sobre as Grandezas de São Miguel Arcanjo, buscando imitar essa fervorosa devoção de São Francisco de Assis.


As relíquias de São Miguel Arcanjo que são utilizadas em exorcismos

 

Pequenas pedras de uma caverna consagrada pelo próprio arcanjo são utilizadas por exorcistas para invocar a intercessão de São Miguel contra Satanás

Entre os católicos existe uma antiga tradição de venerar objetos associados a um santo em particular. Esses objetos são chamados de “relíquias” e se enquadram em três categorias principais:

  • Relíquias de primeira classe: são restos físicos de um santo. Pode ser um pedaço de osso, um frasco de sangue, uma mecha de cabelo ou até o crânio ou um corpo incorrupto;
  • Relíquias de segunda classe: quaisquer itens que o santo costumava usar (roupas, por exemplo);
  • Relíquias de terceira classe: quaisquer itens que tenham tocado em um santo. Inclui pedaços de tecido que tocaram no corpo do santo ou no relicário onde uma porção do seu corpo está conservada.

São Miguel Arcanjo

Segundo a tradição, São Miguel Arcanjo apareceu a um bispo italiano em 493 e consagrou uma caverna, que ficou conhecida como Santuário do Monte Sant’Angelo sul Gargano (Monte Gargano). É um dos mais antigos santuários dedicados a São Miguel e destino de grandes peregrinações cristãs.

São Miguel disse ao bispo: “Eu sou o Arcanjo Miguel e escolhi morar naquele lugar na terra e mantê-lo em segurança”. Quando eles chegaram para consagrar a caverna, São Miguel disse: “Não é necessário que dediqueis esta igreja; eu mesmo já a consagrei com a minha presença”. Uma lenda diz que uma das pedras do local contém a pegada de São Miguel.

SANKTUARIUM NA GARGANO

Mais de mil anos depois, a tradição afirma que São Miguel apareceu novamente no santuário e disse ao bispo: “Eu sou o Arcanjo São Miguel. Quem usar as pedras desta gruta será libertado”.  Desde então, pequenas pedras desta gruta foram distribuídas ao redor do mundo e são conhecidas como “as relíquias da pedra de São Miguel Arcanjo”.

Segundo o exorcista pe. Chad Ripperger, essas pedras foram usadas em exorcismos e são conhecidas por serem eficazes em expulsar a presença do diabo. Isso está de acordo com a prática tradicional de exorcistas que usam relíquias para invocar a intercessão de santos e anjos contra as ações de Satanás.

Saint Michael Archangel Sanctuary
By vololibero | Shutterstock

Essas relíquias ainda existem no Santuário de Monte Gargano e são frequentemente procuradas por padres e leigos. Um certificado de autenticidade acompanha essas pedras para atestar que foram retiradas da caverna que São Miguel consagrou com sua presença.

Anjos na Igreja Primitiva

Anjos na Igreja Primitiva

Há muitas cenas nos Atos dos Apóstolos que descrevem a presença dos
 anjos na vida da jovem Igreja. 
O livro de Atos foi escrito por São Lucas, o historiador consciencioso, cujo Evangelho descreve com grande beleza as aparições dos anjos das primeiras páginas até a última. De fato, Lucas parece ter um prazer especial em relacionar encontros angelicais.
Quando o Senhor subiu ao Céu, dois anjos estavam no meio dos apóstolos para lembrá-los de seu dever: “Homens da Galiléia, por que você fica olhando para o céu? Este Jesus, que foi elevado de ti para o céu, virá da mesma maneira como o vistes ir ao céu ”(Atos 1:11). Depois de ouvir estas palavras, os apóstolos voltaram para Jerusalém, e lá no Cenáculo com Nossa Senhora e as mulheres santas, eles esperaram a vinda do Espírito Santo no Pentecostes. Então os apóstolos, com bravura e convicção, começaram a pregar a Cristo em toda a Sua glória e verdade. Deste modo, e com a graça de Deus, eles converteram muitos a Cristo.
Os anjos devem ter olhado com grande alegria ao testemunharem o início da Igreja. Sua oração e sua presença continuaram a fortalecer e a animar os apóstolos enquanto realizavam suas primeiras obras e realizaram suas primeiras viagens missionárias. De fato, no relato de São Lucas, vemos os anjos indo e vindo com uma simplicidade que nos mostra como o natural e o sobrenatural estão entrelaçados na vida da Igreja.
Há muitas lições profundas para nós nos Atos dos Apóstolos, não menos do que é a intimidade e cooperação ativa entre os anjos e os primeiros cristãos. Deve ser um modelo para nós, enquanto assumimos nossas próprias missões para Cristo e Sua Igreja: A docilidade para a orientação dos anjos nos ajuda a dar frutos espirituais.


São Pedro

São Pedro, o primeiro papa, teve uma experiência particularmente poderosa com o ministério dos anjos:
Naquela época, o rei Herodes pôs mãos violentas sobre alguns que pertenciam à igreja. Ele matou Tiago, o irmão de João, com a espada; e quando ele viu que agradou aos judeus, ele também prendeu Pedro. Isso foi durante os dias dos Pães Ázimos. E quando ele se apoderou dele, ele o colocou na prisão, e o entregou a quatro esquadrões de soldados para guardá-lo, pretendendo depois da Páscoa trazê-lo ao povo. Então Pedro foi mantido na prisão; mas fervorosa oração por ele foi feita a Deus pela igreja. (12: 1-5)
Nesta breve passagem vemos a Igreja primitiva fortalecendo o Vigário de Cristo com suas orações em seu favor - e as orações da Igreja foram ouvidas.
Na mesma noite em que Herodes estava prestes a tirá-lo, Peter estava dormindo entre dois soldados, atados com duas correntes e sentinelas diante da porta que guardava a prisão; e eis que um anjo do Senhor apareceu e uma luz brilhou na cela; e ele bateu de leve em Pedro e o acordou, dizendo: “Levante-se depressa.” E as correntes caíram de suas mãos. (12: 6–7)
Precisamos imaginar por um momento o que esta cena descreve. São Pedro foi preso por Herodes, que também desempenhou um papel muito importante na condenação de Jesus. Ele está agora acorrentado, sentado no chão, com as costas contra a parede, os braços estendidos. À sua direita e à esquerda, há dois guardas. No estado de ansiedade semi-desperto de Peter, meio sonolento, ele deve ter pensado sobre a crucificação de Jesus. Sabemos que antes da Ascensão, Jesus havia falado com Pedro sobre sua futura morte. Depois de dar-lhe a acusação “Alimente meus cordeiros. . . . Alimente minhas ovelhas ”, Jesus disse à Rocha de Sua Igreja que em sua velhice haveria aqueles que prendessem um cinto em volta de sua cintura e o levariam para onde ele não desejasse ir (João 21:15, 17–18).
Apesar da referência de Jesus ao martírio em sua “velhice”, Pedro deve ter ficado assustado naquela cela. Enquanto dormia em uma postura que o conformava fisicamente ao Lorde Crucificado, com soldados que o teriam lembrado dos dois ladrões e também dos soldados do Calvário, ele devia estar lutando com seus próprios medos, ao mesmo tempo em que fazia atos interiores. de submissão, confiança e esperança por sua libertação.
E então, de repente, o anjo acordou-o, golpeando-o de lado, talvez com o pé. Em seu estado de sono intermitente, pode muito bem ter sido para ele como o sopro da lança que Cristo havia recebido. Por que outro motivo o anjo teria despertado o sonolento Vigário de Cristo dessa maneira? O anjoassumiu imediatamente o comando da situação e dirigiu-o passo a passo: “'Vista-se e calce as sandálias'. E Peter fez isso. E ele lhe disse: 'Envolva o seu manto ao seu redor e siga-me'. E saiu e o seguiu. ”E Lucas nos diz muito claramente:“ Ele não sabia que o que era feito pelo anjo era real, mas pensava que ele estava vendo uma visão ”(12: 8–9). Pedro achou que ele ainda estava dormindo e que o anjo estava revelando a ele um caminho através da morte.
Mas, em vez disso, ele estava prestes a ser restaurado para a Igreja. “Quando passaram pelo primeiro e segundo guarda, chegaram ao portão de ferro que levava à cidade. Abriu-se para eles por conta própria e eles saíram e passaram por uma rua; e imediatamente o anjo o deixou. ”E Pedro só então acordou completamente, dizendo:“ Agora estou certo de que o Senhor enviou seu anjo e me resgatou da mão de Herodes e de tudo o que o povo judeu estava esperando ”(12 : 10-11). Assim como uma vez o Senhor enviou Seu anjo para proteger Daniel dos leões no covil e assim como uma vez o Senhor enviou Seu anjo para proteger os três jovens na fornalha ardente, agora o Senhor enviou Seu anjo mais uma vez ao Senhor. primeiro papa, o Vigário de Cristo, para protegê-lo e assegurar que a Igreja nascente possa continuar a crescer e a ser fortalecida.

St. Stephen

Os santos anjos de Deus também aparecem na história de outro dos grandes santos do livro de Atos. Desta vez, a intervenção dos anjos não foi para salvar alguém do martírio, mas para fortalecer o primeiro mártir da Igreja, Santo Estêvão.
Estêvão era um homem de notável coragem e discernimento. Ele não apenas cuidou das necessidades materiais da Igreja com os outros diáconos, inclusive cuidando daqueles que estavam em necessidade, mas também dedicou-se à pregação e ao estudo das Escrituras. Estando diante de seus acusadores, Estevão falou a eles sobre Moisés e os anjos do Senhor:
Agora, quando se passaram quarenta anos, um anjo apareceu a ele no deserto do Monte Sinai, em uma chama de fogo em um arbusto. . . . Este Moisés a quem [os israelitas] recusaram, Deus enviou como governante e libertador pela mão do anjo que apareceu a ele no mato. . . . Este é aquele que estava na congregação no deserto com o anjo que falou com ele no monte Sinai e com nossos pais; e ele recebeu oráculos vivos para nos dar. . . . Vocês, pessoas de pescoço duro, incircuncisos de coração e ouvidos, sempre resistem ao Espírito Santo. Como seus pais fizeram, você também. Qual dos profetas não perseguiram vossos pais? E eles mataram aqueles que anunciaram de antemão a vinda do Justo, que você agora traiu e assassinou, você que recebeu a lei como entregue pelos anjos e não a manteve. (7:30, 35, 38, 51–53)
O testemunho de Estêvão é notável porque mostra como, como um judeu devoto e crente, ele entendia a importância dos anjos, especialmente seu envolvimento em dar a Lei.
Sabemos que entre os que estavam presentes e deram o consentimento silencioso ao assassinato de Estevão, havia um jovem chamado Saulo. Muitos anos depois, sob o nome de Paulo, ele usaria as mesmas palavras quando se aproximasse de seu próprio martírio: “[A lei] foi ordenada por anjos através de um intermediário” (Gl 3:19).
A fé profunda de Santo Estêvão o transfigurou de tal modo que os que estavam em seu julgamento “viram que seu rosto era como o rosto de um anjo” (Atos 6:15). Sua fé o havia purificado e, por isso, exibia em seu rosto o reflexo do guardião a cujos cuidados ele foi confiado. Sua fé até lhe permitiu, ainda na terra, ver os céus abertos diante de seus olhos com Jesus em pé no limiar para recebê-lo (7: 55-56).
Há outra dimensão do martírio de Santo Estevão que não devemos esquecer aqui. Nos momentos de sua última testemunha, Stephen nos ensina a orar como cristãos.
E quando estavam apedrejando Estevão, ele orou: “Senhor Jesus, recebe meu espírito.” E ele se ajoelhou e gritou em alta voz: “Senhor, não segure este pecado contra eles.” E quando ele disse isso, ele adormeceu. (7: 59-60)
Estêvão dirige estas duas orações diretamente a Jesus, usando as palavras que Jesus havia falado da Cruz para o Pai: “Pai, em tuas mãos entrego o meu espírito!” (Lucas 23:46), e antes, “Pai, perdoa porque não sabem o que fazem ”(Lucas 23:34). Este é um momento importante na história da oração cristã: é a prova de que os primeiros conversos judeus dirigiram suas orações a Jesus da mesma forma que Ele (e eles) oraram ao Pai anteriormente. Em outras palavras, Jesus foi louvado e adorado da mesma maneira que o Pai desde o início da vida da Igreja. Este não foi um desenvolvimento posterior; era parte da compreensão da Igreja do Senhor Ressuscitado desde o Pentecostes.

Cornelius

Como o livro de Atos continua, vemos outro episódio maravilhoso em que os anjos intervieram na vida da Igreja. Enquanto Pedro estava em Jope, ele ouviu a voz do Senhor Jesus ordenando-lhe que comesse comida não-kosher. Esta foi uma preparação para o próximo capítulo da missão de Pedro. Pouco tempo depois, Pedro foi informado de que um grupo de gentios estava do lado de fora, chamando-o para ir à casa de um certo Cornélio, um centurião romano em Cesaréia.
Este artigo é de seus anjos ao nosso lado . Clique na imagem para pré-visualizar ou encomendar.
Ele lhes disse: “Vocês sabem quão ilegal é para um judeu associar-se ou visitar qualquer um de outra nação; mas Deus me mostrou que eu não deveria chamar qualquer homem comum ou impuro. Então, quando fui mandado, cheguei sem objeção. Eu pergunto então por que você enviou para mim.
E Cornélio disse: “Há quatro dias, nessa hora, eu estava mantendo a nona hora de oração em minha casa; e eis que um homem estava em pé perante mim, de vestes brilhantes, dizendo: Cornélio, a vossa oração foi ouvida e as vossas esmolas foram lembradas diante de Deus. ”(10: 28–31)
Estas palavras são quase exatamente as palavras que o anjo Rafael fala no livro de Tobias. Não sabemos se o anjo que apareceu a Cornélio foi o próprio Rafael ou outro dos “sete que estão diante do trono de Deus”, mas a linguagem é uma reminiscência daquela promessa de assistência que foi feita no Antigo Testamento. O anjo continuou contando a Cornélio:
Envia, pois, a Jope e pede a Simão, chamado Pedro; ele está alojado na casa de Simão, curtidor, à beira-mar ”. Então, enviei a você imediatamente e você teve a gentileza de vir. Agora, portanto, estamos todos aqui presentes aos olhos de Deus, para ouvir tudo o que você foi ordenado pelo Senhor. (10: 32–33)
E São Pedro, impressionado com esta mensagem angélica que confirmou a revelação feita a ele em Jope, respondeu:
Realmente percebo que Deus não mostra parcialidade, mas em qualquer nação quem o teme e faz o que é certo é aceitável para ele. Você sabe a palavra que ele enviou a Israel, pregando boas novas de paz por Jesus Cristo (ele é o Senhor de todos), a palavra que foi proclamada por toda a Judéia, começando da Galiléia depois do batismo que João pregou: como Deus ungiu Jesus de Nazaré com o Espírito Santo e com poder; como ele fazia o bem e curava tudo o que era oprimido pelo diabo, porque Deus estava com ele. (10: 34–38)
Nosso Senhor usa Seus anjos como mensageiros neste momento crítico em que os primeiros gentios se converteram ao cristianismo, juntamente com sua família, foram recebidos e batizados por Pedro. Um centurião era um soldado orgulhoso e temido, um líder cujos homens lhe obedeciam inquestionavelmente, e ele era formado pela violência e disciplina de uma cultura militar muitas vezes brutal. A conversão de tal homem exigiu nada menos do que uma transformação avassaladora. Grace já havia invadido sua alma, desde que ele disse a Peter que ele estava mantendo um tempo de oração quando o anjo apareceu para ele.
Este belo sinal nos mostra como os anjos participam da obra de conquistar o mundo pelo amor de Deus com as armas da fé, da esperança e do amor - e pela graça do Cristo vivo que Deus confiou à Sua Igreja. Esse amor é tão poderoso e transcendente que une homens e mulheres de todas as nações em uma obra comum que o mundo pode ser elevado e a redenção de Cristo pode dar frutos nos corações de todos os homens e mulheres.

São Filipe, o Diácono

Na história de São Filipe, o diácono, vemos outro exemplo em que um anjo organizou todas as coisas para o plano e propósito de Deus. Filipe foi um dos sete diáconos originais, juntamente com Santo Estevão, e pregou em Samaria entre o povo que os judeus consideravam hereges. Sua pregação foi marcada por muitos milagres, especialmente pela expulsão de demônios. Mas, completando ali o seu trabalho, apareceu um anjo, e disse-lhe: Levanta-te e vai para o sul, para a estrada que desce de Jerusalém para Gaza (Atos 8:26).
Filipe seguiu a mensagem do anjo imediatamente. Ao longo da estrada, ele encontrou um importante servo da rainha da Etiópia. Esse homem era um eunuco que conhecera a fé judaica. Ele estava sentado em sua carruagem lendo em voz alta (como era o costume da época) do rolo de Isaías, mas ele estava confuso sobre o significado da passagem. Filipe percebeu imediatamente que a razão pela qual ele havia sido levado àquele lugar naquele momento pelo anjo era falar com esse homem - para responder a sua necessidade e pregar para ele o Evangelho de Cristo. O homem imediatamente respondeu a essa graça e pediu o batismo, que Philip conferiu.
Esta passagem é especialmente importante porque, ao esclarecer e batizar o eunuco, Filipe fez algo extraordinário para a edificação da Igreja. Os eunucos estavam fora da comunidade de Israel (Dt 23: 1), e assim este batismo iniciou a extensão da pregação do evangelho a todos os povos do mundo.
A aceitação de São Filipe da mensagem do anjo deve nos lembrar que quando recebemos em nossa oração uma inspiração para fazer um ato de caridade ou para falar uma palavra de conforto, devemos sempre responder com confiança. Desta forma, nos tornamos os instrumentos do Seu amor - às vezes com um impacto que vai muito além de qualquer coisa que possamos imaginar. Mesmo uma única palavra inspirada pode ser o primeiro passo para realizar uma conversão.
Depois que as pessoas se afastam da Igreja há muito tempo, seu retorno à Igreja geralmente começa com um simples convite, de um amigo ou membro da família, a uma missa ou a um evento especial da igreja. Católicos caídos e não-católicos que freqüentam a missa fúnebre de um amigo católicofreqüentemente encontram grande graça naquele momento. Eles olham dentro de si e começam a perceber o que Deus está oferecendo na Igreja Católica - a vida de fé alegre, amor, paz e perdão dos pecados. A liturgia da qual os anjos participam e para a qual eles servem como modelos - e da qual flui a graça de Deus - é um dos nossos maiores recursos para a evangelização. Esta é outra razão para orarmos pelos nossos sacerdotes e diáconos em todas as missas a que assistimos, particularmente os funerais, para que eles tenham a graça de tocar as almas e curá-las.
Repetidamente, percebemos no decorrer de nossas vidas que, quando estamos mais preocupados com os negócios de nosso Pai do que com as coisas insignificantes que muitas vezes preenchem as horas de nossos dias, Deus faz de nós instrumentos de Seu amor para tocar os corações. dos outros e aproximá-los cada vez mais Dele. Eu sempre me lembrarei de um homem que conheci na minha primeira paróquia. Ele havia sido casado com um católico por trinta anos e frequentava regularmente a missa com sua esposa. Certo domingo, eu disse a ele: “Quando você vai entrar na Igreja?” E ele parou, parecendo confuso, e disse: “Ninguém nunca me perguntou antes. Adoraria entrar na Igreja. ”Dentro de uma semana, ele começou suas instruções e, como havia participado da missa dominical durante tanto tempo e participado da criação de crianças católicas, seu tempo de catequese foi muito curto. E muito pouco depois,
Sua esposa ficou espantada; ela pensou que tinha feito tudo ao seu alcance para trazer seu marido para a Igreja - e ela tinha! Sua conversão foi o resultado de seus longos anos de testemunho fiel e paciente, suas preces amorosas e o maravilhoso relacionamento familiar que haviam formado. Mas levou apenas uma pergunta - um convite no momento certo - para concluir o processo.
Quando os anjos lhe pedirem para dizer uma palavra de amor, de conforto, de verdade ou de convite, fale essa palavra, e você descobrirá que o Senhor operará através de você, assim como Ele trabalhou através de Filipe e todos os grandes santos. , conhecido e desconhecido, que foram antes de nós. Você também, com os anjos ao seu lado, ajudará a edificar o Seu Reino e a levar Sua alegria a muitos outros.
Santo anjo da guarda, meu amigo e companheiro, meu 
irmão mais velho e professor, mantêm minha mente e coração sempre abertos às 
suas palavras e orientação. Você vê melhor do que eu quanto 
bem há para ser feito. Abra meus olhos para as necessidades daqueles 
ao meu redor. Abra meus ouvidos para suas orações não ditas e 
gritos silenciosos. Abra meu coração para que eu seja corajoso e 
sem vergonha em amar meu próximo com o próprio amor de Jesus. Não 
me deixe segurar em fazer um pouco de bom para os outros. Como 
a viúva do templo que deu tudo o que possuía, embora 
fosse apenas um centavo, inspira-me a fazer até as menores 
coisas com grande amor, por qualquer pessoa que eu possa ajudar. Um homem.

Nota do editor: Este artigo é adaptado de um capítulo em Seus Anjos ao Nosso Lado: Entendendo seu Poder em
Nossas Almas e no Mundo
 ,  que está disponível na Sophia Institute Press . Fonte:  https://catholicexchange.com/angels-early-church
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